18 de maio de 2015

das coisas que nos fazem parar


























trazer todas as batatas em forma de coração, continuar a sorrir quando a rua quer falar connosco.

16 de maio de 2015

fds




























era um fim de semana a convidar ir à praia mas troca-mo-la pelo parque.

a minha família é a mais bonita porque é minha





























temos um momento que é "o" momento e por muito que façamos durante o antes coisas que não nos soam perfeitas este havemos de o prolongar no tempo. às vezes conseguimos recolher mais cedo, outras mais tarde. quando damos tempo ao tempo que temos e nos juntamos no quarto entre conversas do dia, livros e histórias contadas, inventadas ou partilhadas, desenhos ou tpc's feitos no chão a pedido, estamos ali só uns para os outros. nem panelas no meio, nem desenhos animados, nem distrações. somos só uns para os outros. depois acho que adormecemos com um sorriso.

15 de maio de 2015

7 de maio de 2015

sabão mileu

























casamos os banhos com o sabão mileu. têm sido muito felizes os banhos. a pele agradece, o planeta sorri.

4 de maio de 2015

3 de maio de 2015

this moment

























são o mais precioso, conseguir não ter saudades também é bom.

1 de maio de 2015

IX



















fazer ninho em muitos lugares. virar a vida ao contrário. começar uma e outra vez. ter a casa no chão.

30 de abril de 2015

27 de abril de 2015

vou fazer te marcação cerrada


























um dia vais-nos agradecer não desistirmos nunca.

18 de abril de 2015

mim





























falta pouco para os entas. sinto-me mais menina hoje. cruzei-me com umas senhoras na porta de uma escola secundária, traziam lábios, olhos pintados e sapatos de salto alto. encolhi-me, senti-me mais pequenina nas minhas sapatilhas. sou uma miúda mas dizem que sou adulta. procuro a maioridade em mim e nem sempre encontro. amanha pinto os lábios de vermelho mas mantenho as sapatilhas.  

17 de abril de 2015

horas a pedido


























viemos a pé. vimos caras pelo caminho percebemos os quartos de hora.

16 de abril de 2015

de comer



























ir buscá-los à escola com uma caixa de panquecas acabadas de fazer para que antes da dose de actividade física não ataquem a máquina das bolachas. encho-lhes as panquecas de sementes, disfarço com mel a ausência de açúcar e barro disfarçadamente com nutela. corto-lhes tiras de cenoura crua que hoje disputaram entre primos como se de um chocolate se tratasse. tento que não saiam de casa sem fruta ao pequeno almoço. 

10 de abril de 2015

dele

























eu nunca vou morrer. vou viver para sempre. v. 34 meses

eu vista por mim

eu vista por mim
novembro1982