30 de abril de 2016

X A.C. e X D.C.

























enquanto formos cara metade um do outro e continuarmos a contar anos em harmonia é fácil. não são poucas as nossas contas. duas dezenas de anos e muitas histórias construídas.

29 de abril de 2016

tabuada

























é só saber em que tecla clicar e temos muita informação disponível em segundos. não sei que sentido no século XXI fará cantar a tabuada. já li abordagens contraditórias. muitas vezes dá jeito que ela saia da nossa caixa mágica em exercícios de ginástica que incluam cambalhotas numéricas mais ou menos complexas sem perder mais que milésimos de segundos. quando repetimos a receita de um bolo, conduzimos diariamente, pedalamos, vendemos pão, as tarefas inerentes saem sem fazer a desmontagem do movimento. repetir. repetir. repetir. para repetir é preciso precisar. as crianças não precisam objectivamente das tabuadas, precisam teoricamente para dar resposta na escola. mais uma vez conduzo o comboio e procuro fórmulas de memorização associadas ou a brincadeiras, mnemónicas, rimas ou estratégias objectivas. qualquer estratégia serve nem que seja para memorizar partes chave de algumas e depois abrir caminho à associação de ideias. uma vez precisamos de estrelas.  outra vez inventamos uma espécie de máquina que ainda não precisamos. atiramos barro à parede muitas vezes a ver se cola....


28 de abril de 2016

vitamina D























mais do lusco fusco de old husnstanton. acusamos falta de vitamina D que não se fica pela teoria mas pelas análises ao sangue. temos um fim de semana prolongado pela frente e planos furados. ou planos adiados. vamos enche-lo de idas e voltas curtas aos museus da lista e programamos uma maquete a 4 mãos. 

27 de abril de 2016

querido diário:

























há alturas com pouco para dizer. não que não aconteçam coisas. acontecem muitas talvez aconteçam mais que nos outros dias mas como são em catadupa a mexer por todos os lados preferimos esperar. dar o tempo que o tempo precisa, deixar assentar, deixar crescer. esperar que se solidifiquem ideias. depois há as coisas normais dos dias. visitas uma e outra vez. as comparações entre os meninos de cada vez que alguém deixa outras rotinas. a despedida, as nossas conversas a abrir portas para voltarmos às nossas rotinas.

26 de abril de 2016

this moment

















de cada vez que trepas uma árvore tranquilizo a ideia constante de que há ecrãs a mais na tua vida.

15 de abril de 2016

11 de abril de 2016

5 de abril de 2016

3 de abril de 2016

o DNA do the eagle




























dos 120 pubs the eagle será dos mais antigos. contam-se quinhentos anos. conseguem ouvir-se as tertúlias passadas. as labirínticas salas onde revelaram o segredo da vida.

25 de março de 2016

old hunstanton

































costa dentro ou costa fora, chegamos à reserva natural do oeste de norfolk a pouca luz não nos deixou deslumbrar com as linhas ocres dos extensos cliffs mas pudemos correr entre dunas e as beach hut's. o mar a norte. ou o mar a este,  porque estamos numa ilha.

21 de março de 2016

visitas de estudo

















































os documentários têm-lhe aberto portas no conhecimento do mundo. é uma área de interesse actual. por muito pequenos que sejam os museus há sempre qualquer coisa que acrescentamos. vale sempre a pena.

20 de março de 2016

cidades visíveis, cidades vividas

























há cidades invisíveis. há cidades das memórias. há cidades vividas a fundo e cidades de passagem. não há cidades boas e cidades más. não há cidades feias. há cidades mais mágicas que outras. há as sublimes. as fotogénicas. há cidades cabeludas. há cidades com lindas linhas de horizonte. há cidades que se nos colam ao corpo e cidades que ganham corpo nas nossas memórias. há cidades muralhadas de montanhas. há cidades viradas para a água. cidades de madeira. cidades de tijolo. há cidades barulhentas e outras silenciosas. e todas são cidades. ter quatro cidades com ruas percorridas para cima de mil vezes faz delas um bocadinho nossa propriedade, propriedade das nossas histórias.

19 de março de 2016

17 de março de 2016

escola na vida e vida na escola

























"O Pierre Lévy dizia que as escolas perderam o monopólio do saber, só mantêm o da acreditação. Daqui por algum tempo, nem isso. Em vários condados dos EUA as escolas estão a fechar, porque o homeschooling, o unschooling e outros schoolings acabaram com as escolas de aula com professor-papagaio. A Kan Academy foi criada por um americano, quando percebeu que o sobrinho quase nada aprendia na escola. Preparou pequenas apresentações em suporte digital, enviou-as ao sobrinho... e o sobrinho de Kan aprendeu. Então, um senhor chamado Bill Gates decidiu financiar a iniciativa. Essa academia, que visitei há cerca de um mês atrás, sugere a competição entre a web 2.0 e a 3.0 e o atual modelo de escola. "

"O que o aluno vai fazer à escola se pode aprender com o computador? O problema é que estamos a gerar, paralelamente à escola, monstrinhos de computador que não olham para os lados e não percebem a existência do outro. Há algum tempo atrás, presenciei dois irmãos nos seus quartos, um ao lado do outro, a falar pelo Twitter. Isto é o cúmulo. Nunca houve tantos instrumentos de comunicação e nunca tão sozinhos estivemos. A escola desenvolve a solidão, tal como com as novas tecnologias mal aproveitadas. O que se faz hoje na escola? Espaços chamados laboratórios de informática e redes digitais para quê? Hoje com um aparelhinho de mão já tenho acesso à Internet. Para quê colocar computadores nas escolas? Para gastar dinheiro e gerar lixo digital a curto prazo? "



16 de março de 2016

up and down



























as rotinas são os mesmos sabores de sempre. este jogo do ganhar e perder, do ir e vir, do up and down, do provar, esta montanha russa da vida, nem sempre se sabe como cozinhá-la.

eu vista por mim

eu vista por mim
novembro1982